Névoa da espera

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Esperar o fim de tudo.
Tudo o que não se espera,
Tudo o que se tem de esperar,
O tempo de espera passar.

Ver graves sons na névoa,
Na névoa tentar entender,
O que ela própria espera,
Deste tempo de espera.

Espera aspera dolorida,
De onde se vêem partidas.
Tão aflitivas comitivas,
De noticias ensandecidas.

Névoa da espera
Silenciosa, forçadamente silenciosa,
Solene, oculta as cores
Da conclusão harmoniosa,
Mesmo entre tantas perdas e dores.

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Bons fluidos para 2021

NA PISTA LAB, Ôncalo pra animar este começo de Ano:


Instituto Ôncalo

  😀

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2021 – Ano Novo!

Anoitecer com degradê de azul e rosa com a Lua quase transparente. As nuvens azuladas com seu desenho de montanhas, complementando a paisagem. Lindo!
Vida que segue … Esperança que se renova, assim como as paisagens dos Céus. Lindas!

Desejo a todos uma excelente passagem de ano, cheia de ternura, carinho e cuidados com os seus.

Que venha 2021! Que venha cheio de:

Saúde,

Paz,

Amor

e

Sorte!

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Natal 2020, uma data para se planejar e se preocupar com os devidos cuidados.

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Cuidado conosco, com a família, com os amigos, funcionários, conhecidos.

Vamos na Fé e com coragem, tocando a vida. Por que a alma é forte, a vida é frágil e não para.

🙂

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As coisas são, o que são de verdade.

Vai “tempestear”, mas o céu está lindo!

Se doce ou amarga, bela ou feia, boa ou má. Se possível, para agradar, sem mentir, um mais ou menos, um dar de ombros resolve algumas coisas, não tudo. Porque nem tudo é questão de ponto de vista, opinião, jeito de ser. Nunca pergunte o que não quer saber.

A maioria das pessoas quer uma verdade que as favoreça, o “jeitinho” de dizer mais suavezinho, bem típico do brasileiro. Se não for do meu jeito, não aceito. Certos ou errados, brigam por sua opinião, doa a quem doer, as vezes vai doer em si mesmos, no orgulho, causando prejuízos financeiros e morais, a preciosa liberdade ou a vida.

Será que, enquanto humanidade, amadureceremos todos, ao ponto de aceitar um não, uma verdade, um fato e ponderar antes de responder descabeçadamente ou agir pessimamente, para um posterior arrependimento?!

Lecionei muitos anos, presenciei e presencio cotidianamente o “quebro mas não envergo”. Uma pena! Desde sempre no caminhar, dou um passo atrás, ando com cuidado, pra não cair em abismos. Vou na confiança, na Fé de que os anjos me avisarão e guardarão do perigo e o Espírito Santo de Deus me preparará o caminho.

Aprendi e ensino. Fiquem na paz!

🙌🏼

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Uma bela paisagem nos faz recordar

Que o amanhã a Deus pertence. Assim como pertencem todos os dias.

Ele nos presenteou o dia de hoje, para exercitarmos o nosso melhor, vencer ou contornar desafios, seguir adiante e trabalhar com o que temos a fazer hoje, com o que está a nossa frente para ser vivido e experimentado.

Gratidão!

🤗

🙌🏼

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Queremos que funcione, sem maiores perdas e danos.

Ela está, veio para ficar, está se multiplicando, engolindo, absorvendo todo o conhecimento que existe e lhe chega aos sensores e nós vamos nos adaptando.

“Aparece” algo novo. Arrumam, recriam, consertam, acertam acolá. Brigam entre si pela soberania e mercado. Cai um, sobe outro, na eterna gangorra da vida. Nós somos só o time de testes, consentindo ou não.

Queremos segurança dos dados pessoais e da vida privada. Ainda não estamos no céu, no paraíso, infelizmente, para tudo ser de todos. Estamos num momento em que muitos querem estar no lugar, querem tudo do outro, sem ter trabalhado pra conquistar.

Lembrem-se que existe a maioria honesta, que necessita de privacidade.

Creio que chegaremos lá e até lá, muito cuidado com a sua pressa e falta de critérios individuais. A vida e a natureza são muito mais importantes que nós todos juntos.

É isso!

🙃

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Lista da felicidade.

Perdi a conta de quantas lista já fiz e muitas estão publicadas aqui mesmo neste blog. ☺️ Passei por muitas coisas e aprendi outras tantas também.

Não participo e nunca participei de lives, grupos secretos, nem criei perfis falsos pra azarar ou mentir para causar na internet. Vejo pessoas se destruindo por conta disso. Não sei lidar completamente nem comigo mesma e minhas inquietações. Seria insano. Não?!

Lista do que me faz feliz atualmente:

Ler e descobrir coisas novas e o funcionamento delas.

Pouca Tv, internet com moderação, vida pessoal tranquila, viver em paz.

Me alimentar com moderação como regra, gordices são excessão.

Praticar alguma atividade física. Qualquer uma moderada, para não lesionar ou desgastar nervos e ossos.

Fé, esperança e amor profundo, gratidão à existência.

Manter a expectativa com o mundo e com as pessoas sob controle.

Saber que quedas, erros, enganos e falhas fazem parte do aprendizado. Aprender a lição e seguir em frente.

Deus me livre de ter de conviver com o desespero e a falta de caráter de espíritos corrompidos pela ganância.

Fazer planos de viagem, para quando a Covid acabar.

Vida feliz hoje! Com o que está a frente do nariz hoje. Com o que tenho hoje.

Ter liberdade para ir e vir, pensar, mudar de ideia, de endereço, de país, de mudar tudo se quiser.

Meditar e visualizar o melhor. ☺️

“Deus não promete te livrar da dor da picada, mas sim do efeito do veneno!”

Cuidem-se!

🧖

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O que há sob os quilometros de gelo da Antártida.

Postei ano passado e vou repostar: Muitas invenções e tecnologias que utilizamos hoje, eram impraticáveis na época do lançamento deste livro. Sempre me lembro dele, quando algo é criado ou “descoberto” e estavam naqueles escritos.

O que há sob o gelo da  Antártida? Sob os oceanos? Sob a terra?

Passado, presente e futuro estão se fundindo?

Que livro inspirador!

👏🏻👏🏻👏🏻

A verdadeira história foi perdida na “noite dos tempos”. O que as escavações e descobertas científicas irão nos contar?!

Ao assistir o documentário Antártida do Canal History, disponível no YouTube,
me lembrei do Livro “A noite dos tempos” do francês René Barjavel, que li e reli ao longo da vida. O tinha perdido quando me mudei em 91 mas, encontrei um exemplar num sebo local e está até hoje comigo. Muitas descobertas tecnológicas que dispomos, já eram descritas nele em 1968.
A invenção de um tradutor simultâneo, já estava em sua trama, uma década antes do que foi previsto por Douglas Adams em “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de 1979.

Título Original: “La Nuit des temps”
Origem: França
Ano de publicação: 1968. Existem exemplares a venda na “Estante Virtual” https://www.estantevirtual.com.br/livros/rene-barjavel/a-noite-dos-tempos/4019524463

“O enredo deste romance é tão absurdo e fascinante quanto à própria realidade”.

Tudo se passa no continente Antártico, onde pesquisadores franceses descobrem um sinal que é emitido das profundezas do solo. Com a ajuda de quase todas as nações da Terra, cria-se uma expedição com os maiores sábios técnicos de diferentes áreas e de todas as partes do mundo e inicia-se uma jornada ao centro do Pólo Sul.

A fantásticos mil metros de profundidade de gelo e rocha, descortina-se aos olhos da humanidade restos de uma civilização muitíssimo mais avançada, congelada a novecentos mil anos. A galeria aberta no gelo conduz a expedição a um abrigo, onde dormem congelados, há 900 mil anos, um homem e uma mulher.

Assim começa a narrativa de um amor apaixonado, que nem mesmo a morte pôde destruir.

Elea e Paikan

A partir daí desenrola-se toda uma trama, na qual se assiste a fraqueza da alma humana, amores impossíveis, traição e desastres atômicos, mostrando a realidade do mundo daquela época, quando a insensatez da corrida armamentista igualou uma sociedade (que se achava) supertecnológica à dos tempos da Pedra lascada.

Atribui-se à René o paradoxo principal de viagens no tempo, quando o viajante altera algo significativo em seu passado, provocando rupturas e inconsistências em todas as linhas de tempo derivadas. René foi o primeiro escritor de ficção-científica a abordar profundamente o assunto e chamou este paradoxo de grandfather paradox (Se você voltar no tempo e matar seu avô para evitar que você nasça, como você seria capaz de voltar no tempo para matar seu avô?). Embora não muito conhecido do grande público, René tem uma série de obras muito relevantes no gênero e vale a pena conhecê-las!

“A Noite dos Tempos” foi publicado em 1968 e conta a estória de uma expedição francesa na Antártida. Abaixo de quilômetros de geleiras e água, a expedição encontra uma cápsula de ouro com dois seres humanos congelados dentro, datados de 900 mil anos atrás, ou seja, “na noite dos tempos”, como sugere um dos cientistas da expedição.

Dentro da cápsula, há um homem e uma mulher. Os eventos são narrados pelo Dr. Simon, que não esconde que se apaixonou pela mulher. Ambos estão nus e mantidos por um complexo sistema de sobrevivência e são mantidos vivos através de uma máscara de ouro. O interior da cápsula é mantido em um frio abaixo do ponto de congelamento, o que dificulta ainda mais seu acesso. Aos poucos, diversos especialistas de vários países são adicionados à expedição, com o objetivo de resgatar com vida os dois seres humanos.

A expedição, liderada pela UNESCO, logo se vê diante de uma batalha global pelos direitos sobre os dois seres. Os governos começam a interferir, querendo obter privilégios e vantagens de uma descoberta capaz de mudar, para sempre, os rumos da Humanidade. Os cientistas logo se posicionam como neutros e decidem não vincular suas pesquisas a nenhum país, e passam a divulgar, gratuitamente, ao vivo e para todo o mundo, todo o andamento das operações.

O primeiro dilema da expedição é decidir qual dos dois seres humanos deveriam acordar primeiro, pois este correria mais riscos de morrer, afinal, nenhum cientista sabia o que estava fazendo naquelas circunstâncias absurdas. Depois de muito debate, eles optam pela mulher – opção acompanhada de uma justificativa misógina: o homem era mais importante e não podiam correr riscos com ele.

“Assim, enquanto a opinião pública se apaixonava, enquanto a metade masculina e a metade feminina da humanidade investiam uma contra a outra, as disputas estouravam em todas as famílias, entre todos os casais, entre os colegiais e estudantes que se entregavam a discussões ferozes, os seis reanimadores decidiram começar pela mulher.” (A Noite dos Tempos, de René Barjavel)

Quando a mulher acorda, os cientistas se vêem diante da dificuldade de comunicação com ela. Ela faz pedidos e perguntas que não são compreendidos por ninguém. Dr. Simon, já apaixonado por ela (apenas por causa de sua beleza) se propõe a construir um mecanismo de tradução simultânea e, quando este é concluído depois dos esforços dos melhores profissionais do mundo, sabemos que a mulher chama-se Eléa e se alimenta através de uma máquina.

A descoberta da máquina cria um novo conflito mundial, pois promete acabar com a fome do mundo: a máquina extrai energia do Universo, transformando-a em esferas comestíveis que provêm todas as necessidades de nutrição de um organismo. Eléa é pressionada a explicar o funcionamento da máquina e da energia universal, mas diz que somente o homem, chamado Coban, sabe. Enquanto os cientistas aceleram o processo de descongelamento de Coban, Eléa começa a relatar como era a vida há 900 mil anos.

Assim, Eléa conta que os indivíduos de sua época habitavam uma Lua e que cada indivíduo estava designado a passar o resto de sua vida com sua “outra metade”, definida no nascimento através de exames genéticos, biológicos e morfológicos. Quando a “outra metade” do indivíduo era encontrada, ambos deveriam permanecer juntos, de preferência em uma relação amorosa que gerasse filhos. Eléa fora designada a Paikan, com quem viveu um romance intenso e profundo.

“— Nem todo o mundo é capaz de ser feliz. Há casais que, simplesmente, não são infelizes. Há aqueles que são felizes e os que são muito felizes. E há alguns que a Designação obteve um sucesso absoluto, e cuja união parece ter começado no início da vida do mundo. Para estes, a palavra felicidade não é suficiente.” (A Noite dos Tempos, de René Barjavel)

Eléa também conta sobre a guerra da Lua, dividida entre duas facções (gonda e enisores) que começaram uma guerra que terminou por destruí-la. Coban, o maior cientista de sua sociedade, foi o criador da fórmula capaz de transformar a energia universal em alimento e, por isso, foi escolhido para ser congelado e perpetuar a sociedade na Terra. Eléa era uma das cinco mulheres escolhidas para o congelamento mas, como as outras quatro mulheres ficaram indisponíveis (por diversos motivos), sobrou apenas ela, que se viu separada para sempre de Paikan.

Barjavel adiciona algumas extrapolações, como Marte ser habitada por seres negros que, posteriormente, teriam vindo para a Terra e iniciado a raça negra aqui. Além disso, a tecnologia futurista inventada por ele é muito criativa e empolgante. A melhor parte da estória é o plot twist no final. Não entrarei em detalhes pois não quero estragar a narrativa com spoilers, mas Barjavel me conquistou com o trecho final do enredo. Inesperado e dramático, foi o ápice perfeito para uma estória muito bem escrita. É uma leitura de ficção-científica que recomendo bastante.” http://perplexidadesilencio.blogspot.com.br/2017/11/sugestao-de-leitura-noite-dos-tempos-de.html

Outro romance de René Barjavel é Devastação. Muito bom livro. Quando vejo pessoas fugindo de seu pais de origem por guerras ou problemas climáticos, sempre lembro dele.

Somos em parte o que vemos, ouvimos, sentimos, lemos, pensamos, percebemos, nos interessamos. Por nós mesmos e pelo que é compartilhado por todos. Além da superfície, além do além.

🤗

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Este não é o mundo sem fio que sonhei. (3)

😔

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