Água, bem precioso.

Não à vida sem água e este ultimo ano nos ensinou muito com esta seca atípica. Estive lendo sobre as alternativas possíveis, para esta emergência hídrica e descobri que temos muito a fazer, não só agora, mas sempre.

Armazenamento de água da chuva.

CistenaVertical-Montagem

Cisterna vertical

captação água chuva cisterna aparente

Cisterna aparente

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Tanque Australiano.

Purificador e gerador:

H2pr0

H2pr0 – Purificador de água, gerador de energia.

“H2PrO

O H2prO é um dispositivo criado pela australiana Cynthia Sin Nga Lam, de 17 anos. A máquina é capaz de gerar energia e purificar água ao mesmo tempo.

Para isso, o H2prO conta com redes de titânio nas quais circula água. Quando exposto ao sol, o titânio reage com a água e separa suas moléculas de hidrogênio e oxigênio.

Depois que o hidrogênio é usado para produzir energia, o H2prO o recombina com o oxigênio, produzindo água limpa.”

Máquina de fazer água:

Wateair

Máquina de fazer água criada por engenheiro vira ‘arma’ contra seca em SP
O engenheiro Pedro Ricardo Paulino desenvolveu uma máquina capaz de gerar 5 mil litros de água potável por dia através de um processo de condensação de alta eficiência que consegue captar a umidade presente no ar e a submeter a um processo de potabilização para o consumo humano.

Especializado em mecatrônica, Paulino é o criador da máquina “Wateair”, a junção das palavras em inglês “water” (água) e “air” (ar), e desde 2010 vendeu 200 unidades do equipamento, que ganhou protagonismo nas últimas semanas devido à crise da falta d’água em São Paulo.
“Tudo o que a máquina precisa para funcionar é uma fonte de energia elétrica e a umidade do ar superior a 10% (recomendação mínima da Organização Mundial da Saúde, OMS)”, explicou Paulino em entrevista à Agência Efe.

De acordo com o engenheiro, esta tecnologia absorve a umidade presente no ar graças a um “equipamento de alta eficiência”; condensa e filtra a água e, no último passo, o líquido passa por um processo para se tornar potável no qual recebe cálcio, magnésio, potássio e silício.

“Não faz diferença se o ambiente está poluído ou não já que no vapor de água não ficam partículas sólidas”, acrescentou o engenheiro, que garantiu ter investido cerca de US$ 1 milhão do seu próprio bolso nos últimos quatro anos para desenvolver o aparelho.

A invenção é oferecida em duas versões: uma capaz de gerar 15 litros por dia, do tamanho dos típicos filtros de água para escritórios, e outra capaz de gerar cinco mil litros por dia.

“Antes, os clientes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos nossas máquinas a restaurantes e farmácias, por exemplo. Há uma grande variedade de clientes”, destacou.

Segundo o seu inventor, a versão mais básica custa R$ 7 mil e a mais cara R$ 350 mil.

“Um dos nossos desafios é conseguir reduzir os custos. Estamos trabalhando para melhorar a eficiência dos nossos equipamentos e a eficiência energética. Outro problema que temos é a importação das peças. Temos que trazê-las de oito países diferentes e isso também influencia no preço”, ressaltou.

Segundo Paulino, o preço de um litro de água produzida com sua máquina é de R$ 0,17. Este valor implica em que produzir um metro cúbico de água com a máquina custa R$ 170, enquanto a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) oferece esse mesmo volume por R$ 7,25.

De acordo com a edição 2014 do Relatório de Riscos do Fórum Econômico Mundial, a água representa o terceiro maior problema do planeta depois da crise fiscal nas principais economias mundiais e dos altos níveis de desemprego e subemprego.

Segundo um estudo apresentado este ano pela ONU sobre os recursos hídricos no mundo, cerca de 768 milhões de pessoas não têm acesso a uma boa fonte de provisão de água – aquela que protege apropriadamente a água da contaminação exterior. O mesmo relatório também prevê que a necessidade mundial de água (em termos de extração) crescerá 55% até 2050, devido ao aumento da demanda da produção (400%), geração de energia térmica (140%) e consumo doméstico (130%).

Ainda segundo essas previsões, mais de 40% da população global viverá em regiões com severos problemas hídricos.

Paulino garante que sua invenção pode resolver estes problemas se combinada a métodos usados na atualidade.

O engenheiro já recebeu, inclusive, uma encomenda de um país do Oriente Médio para implantar este sistema como substituto de uma turbina de dessalinização de água. A ideia é usá-lo como experiência para testar uma versão maior de sua invenção, capaz de gerar “milhões” de litros de água.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2014/10/maquina-de-fazer-agua-criada-por-engenheiro-vira-arma-contra-seca-em-sp.shtml

Li, vi fotos e vídeos de vários tipos de máquinas de fazer água pelo mundo, muito interessante. Parabéns a tantos pioneiros pelo brilhantismo e engajamento,  em questões essenciais que merecem ser copiados por nossa gente.

Embora falte água desde sempre no Norte e Nordeste brasileiro, parece que as iniciativas para minimizar o problema são bem recentes e caras, para não dizer superfaturadas. Algumas regiões da Austrália  sofrem igualmente com a falta de água todos os anos e tem sistemas bem interessantes usando cisternas e uma vez que lá os direitos e oportunidades são para todos, vale a pena estuda-los.

Agora  precisamos pensar em alternativas energéticas domésticas, esta crise da água seca nossas represas e sem elas as usinas hidrelétricas param.

Só sobrevivemos estes milênios todos, nos adaptando ao ambiente. Só sobrevive quem se adapta ou migra.

Open-mouthed smile

Sobre Jarcy Tania

Professora, arte-educadora, artista plástica brasileira.
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