Assistencialismo desmedido

 

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Sou a favor do assistencialismo, no entanto creio que o bom senso deve acompanha-lo bem de perto. As pessoas invariavelmente, carecem mais de orientação, para suas necessidades, seus objetivos e desejos, do que necessariamente bens de valor e recursos financeiros. A sociedade se desenvolve mais organizada, se mostramos e damos oportunidade, liberdade, para que todos se desenvolvam de acordo com seu potencial. Só sabemos o que podemos ao tentar e nossos limites ao explora-los incessantemente. A natureza já mostrou que não somos iguais, mas podemos nos harmonizar em nossas diferenças. Alguns não tem nada, nem base para começar, dai a necessidade da doação assistencialista.

Acredito na educação como base para o sucesso de qualquer pessoa ou situação comum. As incomuns e de difícil solução, só o tempo de Deus para coloca-las no caminho do êxito verdadeiro.

Recebi esta historia muito educativa de um ex-aluno, é grande minha felicidade em manter contato após formados. Este em particular, desde jovenzinho mostrou-se um grande coração, com visão lucida do mundo, doando-se ao que acredita. Partilho com vocês sua mensagem.

 

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza

Ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok. Vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.”.

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Depois de calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, o Brasil e a Argentina, que estão chegando lá..”.

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la.

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Estas premissas são praticamente todas, inspiradas no Decálogo de Abraam Lincoln (1809 – 1865), 16º Presidente dos Estados Unidos da América:

1 – Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria;

2 – Você não pode fortalecer o fraco, enfraquecendo o forte;

3 – Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes;

4 – Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico;

5 – Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário;

6 – Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha;

7 – Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes;

8 – Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado;

9 – Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa;

10 – Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmo.”

 

Alegre

Sobre Jarcy Tania

Professora, arte-educadora, artista plástica brasileira.
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