Bom seria o amor conserva-se “ad infinitum”, assim como as emoções.

Duas lindas versões para ilustrar este roupante romântico:

FLESH LOVE – AMOR A VÁCUO

14_FleshLove_49_14--obvios-org

Preservados, guardados eternamente juntos, a partir da primeira emoção.

 

Enraizados ou livres?!

Enraizado

Duas árvores se enamoram, mas infelizmente não podem tocar uma a outra.

 

Que sonho!

Coração vermelho

 

 PS (16/nov/2012) :- 

Para leitores que pediram mais palavras, maior profundidade na postagem. encontrei em meus arquivos, buscando inspiração para escrever outro artigo para uma instituição, algo que julgo adequado, que completará este post.

 

“Amar significa abandonar fronteiras territoriais.

Essa linha invisível precisa desaparecer, daí surgir o medo, porque essa é
nossa herança animal. Por isso, quando você está em um estado amoroso da mente, você vai além da herança animal.
Pela primeira vez você se torna humano, realmente humano.
Se você realmente deseja viver uma vida rica, preenchida, imensamente
vibrante, não há outra maneira, exceto abandonar as fronteiras. A única maneira é estabelecer cada vez mais contato com as pessoas. Permita que mais e mais pessoas invadam o seu ser, permita que mais e mais pessoas entrem em você. Podemos nos machucar – esse é o medo; mas é um risco que precisa ser assumido, vale apena.
Se você se proteger por toda a sua vida e ninguém tiver permissão de estar próximo a você, qual é o sentido de estar vivo? Você estará morto antes de morrer. Você absolutamente não viverá. Seria como se você nunca tivesse existido, porque não há outra vida além do convívio. Assim, é preciso correr o risco.
Todos os seres humanos são como você. Essencialmente o coração humano é o mesmo. Portanto, permita que as pessoas se aproximem. Se você permitir, elas permitirão que você se aproxime delas.
Quando essas fronteiras deixam de existir, o amor acontece.”

Osho, “A Rose Is Rose Is a Rose”, #23.

 

Coração vermelho

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Sobre Jarcy Tania

Professora, arte-educadora, artista plástica brasileira.
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