PCs e Windows

A matéria de hoje do FolhaTec permitiu lembranças pré-históricas de minha vida. Que Incrível!

Em 1985, só uns poucos afortunados tinham computador pessoal (PC), que eram geringonças, perto de hoje, mas máquinas maravilhosas.

win1-1985

“1985 – WINDOWS 1.0. Basicamente, uma interface gráfica do MS-DOS. As janelas ficam lado a lado (não se sobrepõem), e a barra inferior lembra a do Windows 7. Tem apenas um jogo (“Reversi”). Especificações mínimas requeridas: 256 Kbytes de memória, dois drives de disquete de dupla face (ou um disco rígido) e placa de vídeo.” – FolhaTec

Comecei a usar computadores no trabalho, as empresas sempre procurando inovar e normatizar o trabalho, para maior eficiência e redução de custos. Equiparam os escritórios com terminais de computador, aqueles de telinha preta, com letras em verde, onde era digitados os dados a serem processados no computador, que era uma sala com máquinas enormes, com fitas de rolo, onde eram gravados. Só por volta de 1987 os PCs com Windows, planilhas em DOS, “facilitando” o trabalho, chegavam a empresa. Lembrando que tinha-se de aprender a construir a planilha por linhas de comando. Oh céus!

Em 1990 o Win2 com interface mais amigável, editor de texto WodStar com suas fontes diferenciadas, se me lembro bem. Só conheço 2 ou 3 amigos que tinham em casa um incrível  Amiga/Macintosh, um fenômeno para a época.

O editor gráfico CorelDRAW foi sucesso logo que apareceu por aqui, nas primeiras versões, quem não queria aprender desenhar e criar colagens como um Salvador Dali, misturando tudo conforme a imaginação mandar, sem tintas,  camadas e borrões, errou volta.  Dai para cá foi bem rápida a evolução. Vocês sabem, criar algo é o inicio, aperfeiçoar, recriar é mais dinâmico.

Que bacana relembrar estes primórdios! Parece que nascemos usando toda a tecnologia que há hoje. Nem senti o tempo passar, o susto vem quando me olho no espelho. O tempo passou sim!

 Alegre

Depois que já vivemos a experiência, ela é só isso, não é mesmo?! Olhando para trás só fica o que realmente foi importante, temos uma tendência natural a esquecer o que foi desagradável, desde que não tenha gerado traumas.

Bom mesmo foi depois, em 1998, quando a internet chegou aqui na cidade. Nossa, que coisa! Tempos de ICQ, cabeças pensantes e imaginantes em contato, a distancia não existia mais. Hoje sabemos que a distancia virtual é nada, mas que estar presente na própria vida, inserida na sociedade física é extremamente importante. Nisso alguns se perderam, tanto ontem como hoje, estão mergulhados no virtual, esquecendo o mundo físico e estão reaprendendo que o chão que pisamos, do qual nos alimentamos e que alimentam estas máquinas, precisa que o conhecimento, mais do que nunca seja levado as pessoas, que rusgas e ressentimentos com o passado, tocados adiante, resolvidos. As pessoas são mais importantes que as máquinas. Precisamos retomar a educação que valorize o ser humano e as questões sociais.

Saber que tudo depende de nós, seres humanos, no exercício de nossa humanidade, para solucionar questões importantes, que nos aproximem de verdade, uns dos outros. Nos importando de verdade com o bem estar, saúde e equilíbrio de nossas vidas. Estamos todos ligados uns aos outros e o mundo virtual só evidencia isso.

Coração vermelho

Sobre Jarcy Tania

Professora, arte-educadora, artista plástica brasileira.
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